E o virtual que se torna… poético!

Não há dúvida que são cada vez mais emocionantes as noites no Second Life.

A descontrair...
A descontrair…

Falou-se um pouco de tudo na reunião que juntou, uma noite destas,  na praia da Casa da Raposa algumas das mais bonitas avatares que fizeram companhia ao encantado Bardus que se deve ter sentido tipo… “bendito o Homem entre as Mulheres…” já que era o único masculino entre tantos femininos avatares.

O começo da noite
O começo da noite

A noite estrelada, quente, provocou uma tal animação que não apetecia de lá sair…

Momentos poéticos
Momentos descontraídos…

Ainda não esquecida daquela maravilhosa noite surge o convite do ex-vizinho Connor Whitman pedindo à Aradhana para organizar um sarau de poesia no novo espaço que detém e conhecido no mundo internético por Doca de Santos.

Foi um autêntico contra-relógio a fazer convites, a publicitar, etc. que estas coisas para serem bem feitas têm a sua responsabilidade…

 
Chegada a hora, o nervosismo era imenso.

 
Claro que, sendo a primeira vez que a Aradhana era convocada para organizar um evento destes nem era para admirar… e por isso quando os primeiros convidados (não vou indicar nomes, para não correr o risco da indelicadeza de esquecer algum…) começaram a chegar sentiu que a noite prometia…

A Mei, a Lizie e o Deus, sentadinhos à conversa...
A Mei, a Lizie e o Deus, sentadinhos à conversa…

Mas a verdadeira surpresa da noite ainda estava para acontecer…

 E aí está ele…  

ElectroEscadas...
ElectroEscadas…
E o poema que escolheu de Augusto dos Anjos para ser lido num tom que maravilhou os presentes…

 

Acordou, vendo sangue… — Horrível! O osso
Frontal em fogo… Ia talvez morrer,
Disse. Olhou-se no espelho. Era tão moço,
Ah! Certamente não podia ser!

Levantou-se. E eis que viu, antes do almoço,
Na mão dos açougueiros, a escorrer
Fita rubra de sangue muito grosso,
A carne que ele havia de comer!·

No inferno da visão alucinada,
Viu montanhas de sangue enchendo a estrada,
Viu vísceras vermelhas pelo chão…

E amou, com um berro bárbaro de gozo,
o monocromatismo monstruoso
Daquela universal vermelhidão!

 (Poema “A obsessão do Sangue” de Augusto dos Anjos)

 E os convidados, atentos…

A Nikyta e demais convidados...
A Nikyta e demais convidados…

E assim terminou uma noite que promete ter repetição.

E no final da noite...

Obrigada a TODOS.

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3 pensamentos sobre “E o virtual que se torna… poético!

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