Dia: 13 de Fevereiro, 2009

Mundos imaginários…

Aradhana

Viver num mundo imaginário, qual criança na mais imaginativa das criações, é o oferecimento que fui descobrindo, aos poucos, num mundo que só uma fértil imaginação consegue partilhar com os outros.

Neste mundo imaginário, em que muitos pensam que é meramente um local de desenhos lindos, existem pessoas que pela sua sensibilidade e cordialidade, nos mostram paralelos de beleza e cor, transportando-nos para aqueles sonhos que acalentamos, ainda, no fundo da nossa alma.

Não posso escrever pela experiência de outros, mas sim pela experiência do avatar que vos apresento: a Aradhana.

A Aradhana é igual a si própria, acostumou-se a conviver com a solidão, aliás, gosta muito dessa solidão interior, que a leva a voar por ilhas insondadas, galgando mares desconhecidos, visitando locais onde o rumor do mar se confunde com o canto dos pássaros; e ainda, como ser feminino que é, gosta de ir às lojas, fazer compras, mostrar-se coquete dentro da sua habitual timidez.

Num mundo imaginário, mas comandado por pessoas reais, existe um pulsar de vontades e atitudes, que tal como na vida real, tem o seu sentido muito categórico. É esse o mundo percorrido pela Aradhana, que ofereço nestas imagens e vos convido a visitar: a Alma Portuguesa, no Second Life

Vão ver que vale a pena.

Poderão contar com a ajuda de avatares como a Afro, a Lua e o TP para vos guiarem através de um mundo imaginário que, depois de lá entrarmos, nos custará a deixar.

Agradeço sensibilizada a ajuda dos avatares acima referidos e ainda, a muitos outros, que aqui não faço referência mas que foram igualmente importantes, porque sem essa ajuda este “caminho” não tinha sido percorrido.

 Ainda, uma especial referência, ao mundo imaginário da Bankinha que me reportou, aos momentos felizes da minha infância.

Este é sem dúvida um “mundo” que vale a pena visitar…

ilha_douro1

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Viajar no Sonho…

daniel-f-gerhartz

Impossível viajar no sonho
e dele não viver o momento
inteiramente sequioso de ousadia.

Corpo trémulo de magia
que escorre em mãos
liquefeitas de ternuras
tímidas
arrojadas
permissivas.

No viajar da memória
corpos jorram mel
em lábios que se unem
e se desnudam
loucos, sôfregos
na fantasia do sentir.

Num toque de pele
gemendo
arrebatada
de desejos
inconfessáveis
um grito
que antefrui
o momento culminante
que se adivinha.

E no sonho, qual quimera
que se transmuta,
prosseguem os sentidos
da Vida…